domingo, 3 de novembro de 2013

A Escravidão para Aristóteles: breve relato


A justificativa de Aristóteles foi um tanto quanto ousada para aquela época porque afirmou que o ser humano nasce com uma características ou de ser líder ou de servir; e ainda afirmou que a escravidão não é um ato natural, pois é fruto de uma convenção entre os homens. 
Esta analise foi realizada por meio da estrutura familiar, antes até dele falar no âmbito da política.

Concordo com ele em partes, pois que é verdade que há uma relação de interesse entre senhores e escravos, pois é uma relação de sobrevivência. Também concordo quando ele disse que força bélica não justifica escravidão, porque sabemos que a força coercitiva não torna uma pessoa mais sábia ou mais líder. Discordo é que existem pessoas que tem as duas características: a de escravo e a de líder. Entendo que estas pessoas se sobressaem as demais, pois ao mesmo tempo em que sabem lideram sabem servir e a tomada de decisões pode ser mais correta.


Modelo de Educação Ateniense: aristocrata e democrática

Um breve resumo de um dos fóruns da faculdade de Filosofia:


 
A educação do modelo aristocrático as crianças, primeiramente aprendiam a ler e a escrever, e a tocar a cítara; depois liam e memorizavam os poemas de Homero; depois aprendiam poemas líricos e os declamavam enquanto tocavam a cítara. Por meio da leitura a criança era estimulada querer ficar igual às pessoas nobres.


 Na adolescência ia para os ginásios aprender ginástica e, ao final, estaria apto para servir aos exércitos. Na fase adulta sua educação não seria mais aquela formal, mas estaria liga as leis da cidade.


Já no Modelo de educação democrático as etapas da educação se equivalem ao modelo aristocrata, exceto que após a fase física da ginástica, o jovem não se sentia apto a participar da vida política. Deste sentimento nasce os Sofistas, aquele que é filósofo e dramaturgo, com o único objeto de criam e despertarem nos jovens a virtude política.